QUEM
FOI RAMATIS?
Muitas
foram as encarnações de Ramatis,
sendo a última no século X (901-1000),
na Indochina, no corpo de um menino de cabelos
negros como ébano, pele na cor do cobre
claro, olhos verdes no tom castanho escuro, iluminados
de ternura.
O espírito
que ali encarnava trazia gravada na memória
espiritual a missão de estimular as almas
desejosas de conhecer a verdade. Aquela criança
cresce demonstrando inteligência fulgurante,
fruto de experiências adquiridas em encarnações
anteriores.
Informa
Ramatis que, após certa disciplina que
sofrera na China, fundou um pequeno templo iniciático
nas terras sagradas da Índia. Era muito
inteligente e desencarnou muito moço.
O templo
foi fundado e erguido por seus primeiros discípulos
e admiradores e cada pedra de alvenaria recebeu
o toque magnético pessoal dos frutos iniciados.
Nesse templo
ele procurou aplicar a seus discípulos
os conhecimentos adquiridos em inúmeras
vidas anteriores. Embora tendo desencarnado ainda
moço, Ramatis aliciou 72 discípulos
que, no entanto, após o desaparecimento
do mestre não puderam manter-se à
altura do padrão iniciático original.
No século
XX, em meados da década de 50, à
exceção de 26 adeptos que estavam
no espaço (desencarnados) cooperando nos
trabalhos da “Fraternidade da Cruz e do
Triângulo”, o restante reencarnou,
se disseminando pelo nosso orbe, em várias
latitudes geográficas.
Destes,
18 encarnaram no Brasil, 6 nas três Américas
e os demais se espalharam pela Europa e, principalmente,
pela Ásia.
Apesar
de ainda polêmicos, os ensinamentos deste
grande espírito despertam e elevam as criaturas
dispostas a evoluir espiritualmente.
Ele fala corajosamente a respeito de seres e orbes
extraterrestres, mediunismo e vegetarianismo.
Suas obras
(14 psicografadas pelo saudoso médium paranaense
Hercílio Maes e 6 psicografadas por América
Paoliello) têm esclarecido muito os ávidos
espíritos pelo saber transcendental. Aqueles
que já possuem características universalistas,
rapidamente se sensibilizam com a retórica
ramatisiana.
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