LABORATÓRIOS
Laboratório de
Mesas Girantes
As Mesas Girantes
ficaram conhecidas pelo famoso episódio
das irmãs Fox, ocorrido em Hydesville,
EUA. Duas irmãs (Kate e Margaret), por
meio de sinais sonoros (batidas), entravam em
contato com um suposto espírito de um caixeiro-viajante,
de nome Charles B. Rosma, assassinado naquela
casa. Posteriormente foi encontrado esqueleto
do mascate desaparecido.
Esse Grupo de Pesquisa explora os Estados Alterados
de Consciência(EAC) que as Mesas Girantes
parecem proporcionar. Nesses EAC busca-se verificar,
nessas experiências, um possível
fator Psi Condutivo.
Grupo de Pesquisa das Mesas Girantes
Os fenômenos
de Mesas Girantes são observados durante
a história desde meados do século
XIX, com o advento do Espiritismo, passando a
serem pesquisados então em diversos países,
por renomados pesquisadores e médiuns.
Na Faculdade Espírita a pesquisa de Mesas
Girantes iniciou a mais de vinte anos com a professora
Neyda Nerbass Ulysséa e desde então
tais experiências fazem parte de seu currículum,
passando a ser estudado na disciplina de VIPAC
(Vivências para auto conhecimento) do curso
de Parapsicologia, com o objetivo de proporcionar
aos alunos conhecimento sobre o fenômeno.
A idéia inicial de se criar o Laboratório
de Mesas Girantes, foi de desvincular a tendência
espirita-religiosa e ou filosófica, buscando
tornar científico este fenômeno com
a pesquisa da hipótese de psicocinesia
como mecanismo propulsor, aliando aos estados
alterados de consciência que percebem os
participantes durante sua manifestação.
Inicialmente a dinâmica utilizada na pesquisa
foi de se realizar reuniões todas as terças-feiras
, das 19:30 as 20:30 horas, onde os pesquisadores
se posicionavam com as mãos próximas
a mesa, sem tocá-la, e em estado de relaxamento,
apenas com a intenção de que a mesa
se movimentasse, sendo estes experimentos também
filmados. O resultado conseguido com esta primeira
dinâmica não surtiu efeito positivo,
pois não foi constatado movimento da mesa
sem o toque das mãos.
O próximo passo da pesquisa, foi a mudança
da dinâmica, passando os pesquisadores a
tocarem levemente a mesa e prestarem maior atenção
aos seus sentimentos, emoções, sensações
e estados de consciência. O resultado com
esta mudança já foi mais significativo,
pois os pesquisadores começaram a vivenciar
e relatar experiências de estado alterado
de consciência e a perceber o contato físico
com alguma “energia” sutil. Empírica,
mas interessante!
Num terceiro momento, percebendo existir uma “energia”
sutil, o grupo decidiu direcionar a pesquisa para
cura, intencionalizando e/ou direcionando esta
“energia” a alguma pessoa que alguém
do grupo soubesse que estava doente ou precisando
de algum apoio. Os demais até então
não saberiam desta pessoa, mas, tentariam
fazer uma percepção do estado da
pessoa utilizando-se de PES (Percepção
Extra Sensorial) para descobrir ou sentir o problema
desta pessoa, para então direcionar a “energia”.
Depois então esta pessoa do grupo que sabia
do doente confirmava ou não as sensações
relatadas pelos pesquisadores.
O resultado desta terceira mudança, portanto,
foi satisfatório, pois ao se realizarem
estas percepções e direcionar a
“energia”, aliando ao retorno de melhora
dos doentes, mesmo que de forma sutil, despertou
o interesse em continuar com a atividade, como
estudo exploratório.
Laboratório
de Transcomunicação Instrumental
(TCI)
A Transcomunicação
Instrumental seria uma comunicação
transcendental feito através de equipamentos
eletrônicos (gravadores, telefones, televisão,
computadores). Essa técnica tem sido interpretada
como uma ferramenta para a evidência da
sobrevivência da consciência após
a morte do corpo físico. Através
dessa técnica, pode-se proporcionar uma
análise física dessa possível
comunicação.
Em nossas pesquisas verificamos a concausalidade
do fato e optamos pela hipótese que mais
explica o fenômeno.
Grupo de Pesquisa em TCI
Reuniões todas as sextas-feiras a partir
das 20h
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