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Atualizado em 01/06/10
Pesquisas desenvolvidas ou em curso no CIPE

 

Título: Ganzfeld e não Ganzfeld: testando a eficiência da técnica em si e em relação a outros fatores psi-condutivos

Período e status: 2000 - 2001- concluída
Patrocínio: Fundação Bial de Portugal
Responsável: Fábio Eduardo da Silva
Pesquisadores: Fábio Eduardo da Silva, Margareth Aparecida Bleichwel, Sibele Aparecida Pilato, Maurício Yanez Alves da Silva e Celso Côrtes Cordeiro

A fotografia da esquerda mostra a pesquisadora Sibele Pilato preparando uma participante na sala do receptor. A mesma pesquisadora aparece, na fotografia da direita, conversando, através de equipamentos da sala de operação, com a participante do estudo.

Publicações:

V SIMPÓSIO DA FUNÇÃO BIAL: AQUÉM E ALÉM DO CÉREBRO - Fundação Bial, Portugal - 2004 - Ganzfeld e não Ganzfeld: testando a eficiência da técnica em si e em relação a outros fatores psi-condutivos (Pôster: Fábio E. Silva, Reginaldo Hiraoka e Sibele Pilato)

REVISTA ARGENTINA DE PSICOLOGIA PARANORMAL - Vol.14, n. 3-4, Julho / Outubro 2003 - Analizando estados no-ordinarios de consciencia y otros factores favoraveis para la telepatia: um estudo exploratório. (Fábio E. Silva, Reginaldo Hiraoka e Sibele Pilato)

I CONFIES: CONGRESSO CIENTÍFICO DAS FIES - FIES, Curitiba - 2003 - Ganzfeld e não Ganzfeld: observando estados modificados de consciência e outros fatores favoráveis à telepatia, num estudo exploratório (Fábio E. Silva, Reginaldo Hiraoka e Sibele Pilato)

THE PARAPSYCHOLOGICAL ASSOCIATION 46TH ANNUAL CONVENTION - PA, Canadá - 2003 - Ganzfeld vs. no Ganzfeld: an exploratory study of the effects of Ganzfeld conditions on ESP (Fábio E. Silva, Reginaldo Hiraoka e Sibele Pilato)

I ENCONTRO PSI: REFLETINDO SOBRE A PARANORMALIDADE HUMANA - FIES, Curitiba - 2002 - Ganzfeld e não Ganzfeld: observando estados modificados de consciência e outros fatores favoráveis à telepatia, num estudo exploratório (Fábio E. Silva, Reginaldo Hiraoka e Sibele Pilato)

CD ROOM: Relatório de Pesquisa: Ganzfeld x não Ganzfeld: testando a eficiência da técnica em si e em relação a outros fatores psi-condutivos. 2002. (Fábio E. Silva)

VÍDEO DOCUMENTÁRIO - VHS E DVD: Vídeo documentário da Pesquisa Ganzfeld e Não Ganzfeld - 2002. (Fábio E. Silva)

CD DE AUDIO: Relaxamento Ganzfeld e Chiado Branco - 2000 - (Fábio E. Silva e Sibele Pilato)

Resumo:

Esta pesquisa usou uma metodologia na qual duas pessoas permaneceram em salas diferentes, distantes 120 metros uma da outra. Acompanhada por um pesquisador, uma dessas pessoas (emissor - primeira fotografia abaixo) assistiu um vídeo de cerca de 1 minuto por 7 vezes e tentou “transmiti-lo” para a outra (receptor), a qual tentou “captá-lo” por vias não sensoriais.

O pesquisador Maurício Y. A. da Silva acompanha o participante emissor na assistência do vídeo alvo da pesquisa do estudo Ganzfeld x Não Ganzfeld.

 

O receptor foi estimulado por outro pesquisador a relatar suas impressões mentais, as quais foram gravadas e puderam ser ouvidas pelo emissor, porém nada do que ocorreu na sala do emissor pôde ser percebido por vias sensoriais na sala do receptor. Ao final do período de emissão/recepção (28 min.) o receptor assistiu uma fita VHS com quatro vídeos e, fazendo correlações com seus relatos, procurou distinguir qual deles teria sido transmitido. Os alvos (80 vídeos organizados em 20 conjuntos) foram aleatorizados e manipulados por um assistente externo. Nem o pesquisador nem o receptor sabiam qual o alvo que tinha sido transmitido. Se esse alvo fosse escolhido pelo receptor caracterizava-se o acerto.

A pesquisadora Sibele Pilato conduz o julgamento dos alvos (escolha do possível alvo correto entre os falsos pela receptora), na sala de operação.

Na condição Ganzfeld (GZ) os pesquisadores e os sujeitos escutaram CDs com induções para relaxamento físico e mental (cerca de 20 min.). Após essa indução o receptor, o qual permanecera deitado numa maca, passou a ouvir um “chiado branco”. Ele teve seus olhos cobertos com meias bolas de pingue-pongue sobre as quais incidiram duas luzes vermelhas. Na condição de controle não Ganzfeld (ÑGZ), toda a dinâmica foi prevista para ocorrer em estado de vigília. Através dessa metodologia foram realizados 108 experimentos, ocorridos entre julho de 2001 e março de 2002. Os participantes, 74 sujeitos que formaram 37 duplas (emissor, receptor), fizeram, no mínimo, dois (um na condição GZ e outro na condição ÑGZ) e, no máximo, quatro ensaios, invertendo os papéis. O objetivo dessa pesquisa foi verificar de forma exploratória a eficácia da técnica GZ e de uma possível alteração de consciência gerada por ela, através da comparação dos acertos nas duas condições experimentais. Buscou também controlar outras variáveis associadas ao desempenho psi. Entre os resultados a taxa geral de acertos, para ambas as condições, (25,93%) não alcançou significância estatística (SE) como previsto, Z=0.11, p=0.51. O número de acertos da condição ÑGZ (X=10 ou 18,52%) indicou um resultado abaixo da média esperada por acaso (MEA) ou 25,00%, Z=-0.94, p=0.41, não alcançando SE. Os acertos da condição GZ (X=18 ou 33,33%), Z=1.26, p=0.60, diferente do previsto, também não alcançam SE. Porém foram compatíveis com aqueles relatados e previstos por Bem e Honorton (1995), um percentual de acertos entre 33% e 35% e um efeito tamanho entre 0.53 e 0.64. Já a diferença entre os acertos GZ (X=18) e ÑGZ (X=10) ocorreu conforme o previsto, mostrando-se significativa, Z=2.00, p=0.0228 unilateral. Quatro hipóteses foram lançadas sobre os fatores da alteração de consciência (nível de relaxamento, atividade mental, noção de tempo, noção do corpo) esperando que fossem maiores para os acertos do que para os erros; nenhuma delas foi confirmada. Das três hipóteses relativas aos fatores dos alvos duas foram refutadas (nota 1 - Hipótese 8 [H8], compostas pelos fatores emoção expressa nos alvos x mudança no conteúdo emocional alvos; nota 2 - H9, formada pelos fatores homogeneidade conteúdo alvos x temas novos, diferentes ao contexto vida) e uma foi confirmada (nota 3 - H10, obtida pelos fatores preferência/gosto pessoal x relação c/ história/momento atual e/ou significado especial). O critério que mais se destacou foi o da relação dos alvos com a história/momento atual de vida ou significado especial para os receptores. Essas três hipóteses esperavam valores maiores para os alvos acertados do que para aqueles errados. Cinco hipóteses foram feitas sobre os fatores dos sujeitos (atividades criativas e/ou artísticas, pólo extroversão no Questionário de Avaliação Tipológica [QUATI], função principal sentimento no QUATI, alta freqüência de algum fenômeno paranormal positivamente integrado na visão de mundo, relação de consangüinidade) aguardando significativamente mais acertos para os sujeitos com essas características do que aqueles sem elas. Essas hipóteses foram também refutadas pelos dados obtidos. As cinco últimas hipóteses foram sobre os fatores dos pesquisadores (motivação, expectativa de sucesso, humor, estado físico, ambiente social do experimento), esperando índices maiores para os experimentos com acertos. Elas foram igualmente descartadas. Concluindo: a) não podemos afirmar que a técnica GZ é psi condutiva; b) apesar disso ela produziu significativamente mais acertos que a condição controle e c) verificamos que dentre todos os fatores avaliados apenas um, relacionado com os alvos (nota 3), afetou os resultados. Análises complementares não previstas sobre acertos e erros de qualidade foram feitas, levando a três conclusões: a) se sistematizada em metodologias apropriadas, como a digital, a análise qualitativa poderá ser uma referência muito forte sobre a existência da psi; b) a metodologia convencional de erros e acertos usada para avaliar a psi, pode ser inapropriada e c) os dados qualitativos (erros e acertos) avaliados parecem suportar praticamente todos os resultados qualitativos encontrados por Parker. (PARKER, PERSSON, 1999; PARKER, PERSSON, HALER, 2000). Artigo (Inglês / Português)

Título: Telepatia em sonhos: um estudo didático

Período e status: 2003-2004 Concluída
Responsáveis e Pesquisadores: Ênio C.S. Araújo, Cilmar Souza Nogueira, Cristiane Piasecki, Jedalva Oliveira, Helison Giradello, Fábio E. da Silva e Maria José Westphal

A fotografia ao lado mostra os pesquisadores estudantes do Curso Livre de Parapsicologia, em 2003: Ênio C. S. Araújo, Cilmar Souza Nogueira, Cristiane Piasecki, Maria José Westphal e Helison Giradell.

Publicação:

II ENCONTRO PSI: REFLETINDO SOBRE O FUTURO DA PARAPSICOLOGIA - FIES, Curitiba - 2004 - Telepatia em sonhos: um estudo didático (Ênio C.S. Araújo, Cilmar Souza Nogueira, Cristiane Piasecki, Jedalva Oliveira, Helison Giradello, Fábio E. da Silva e Maria José Westphal)

Resumo:

Sob responsabilidade dos alunos do 5º período do Curso de Parapsicologia, este estudo tentou verificar a possibilidade da telepatia através de sonhos. Treze sujeitos participaram do estudo, realizando o mínimo de um e o máximo de três ensaios, sendo selecionados por: a) relatarem conseguir lembrar seus sonhos com regularidade; b) possuírem regularidade no horário de acordar; c) acreditarem na possibilidade da telepatia. Eles dormiram em suas casas e ao acordarem anotavam seus sonhos. Os pesquisadores serviram de emissores, emitindo os alvos (vídeos de um minuto) em suas casa trinta minutos antes do horário dos sujeitos acordarem. No julgamento, os sujeitos buscaram distinguir o alvo correto entre 4 possíveis alvos. Assim, foram realizados 22 ensaios, obtendo-se sete de acertos (31,8%, z=0,49, p>,05) descartando-se a hipótese de que os acertos diretos se afastariam positiva e significativamente da média esperada por acaso. Todos os acertos ocorridos foram de receptores femininos, porém a comparação proporcional entre acertos e erros para ambos os sexos não foi significativa (X2 = 2,88, p>0,05). Dados de ordem qualitativa foram também considerados, indicando semelhança com estudos prévios. São avaliadas falhas metodológicas ocorridas e dadas sugestões para futuras pesquisas psi através de sonhos. Artigo (Português)

Título: Ganzfeld Digital Fisiológico: em busca de uma medida mais objetiva para psi

Período e status: 2003, em curso
Patrocínio: Fundação Bial de Portugal
Responsável: Fábio Eduardo da Silva
Pesquisadores: Fábio Eduardo da Silva, Sibele Aparecida Pilato, Maurício Yanez Alves da Silva e Reginaldo de Castro Hiraoka.

A fotografia da direita mostra Fábio Eduardo da Silva apresentado o sistema Ganzfeld Digital Fisiológico no Seminário de Comunicação Intuitiva e Interações Ambientais Anômalas em SP. Na fotografia da esquerda Sibele Pilato, apresenta a pesquisa Ganzfeld no I Congresso Científico das FIES em Curitiba.

Publicações:

THE PARAPSYCHOLOGICAL ASSOCIATION 48TH ANNUAL CONVENTION - PA, Petaluma, EUA - 2005 (in press) - Digital and Physiological Ganzfeld: looking for a more objective measure of psi (Fábio E. Silva, Reginaldo Hiraoka e Sibele Pilato)

ANUÁRIO BRASILEIRO DE PARAPSICOLOGIA - IPPP, Recife, Brasil - N. 9 - 2004 - Ganzfeld: uma técnica em evolução (Fábio E. Silva, Reginaldo Hiraoka e Sibele Pilato)

II ENCONTRO PSI: REFLETINDO SOBRE O FUTURO DA PARAPSICOLOGIA - FIES, Curitiba - 2004 - Ganzfeld Digital Fisiológico: em busca de uma medida mais objetiva para psi (Fábio E. Silva, Reginaldo Hiraoka e Sibele Pilato)

SEMINÁRIO: COMUNICAÇÃO INTUITIVA E INTERAÇÕES AMBIENTAIS ANÔMALAS - PUC, São Paulo - 2003 - Ganzfeld Digital: Um sistema automático de pesquisa experimental de psi. (Fábio E. Silva)

Resumo:

Este estudo é baseado em nossa pesquisa Ganzfeld manual, na qual dados qualitativos foram avaliados indicando dois pontos que precisavam ser melhorados: a) as análises de qualidade dos relatos relacionados com os alvos ou com situações ligadas ao emissor precisam ser mais objetivas. O sistema Ganzfeld Digital de Tempo Real desenvolvido pelo Dr. Adrian Parker e Dr. Joakim Westerlund, da Universidade de Gothenburg, Suécia, fornece ferramentas para isso; b) a metodologia convencional usada para avaliar psi, ou a escolha do alvo correto entre os falsos, deveria ser mais objetiva, desde que os dados qualitativos mostraram erros mais sugestivos de psi do que vários acertos. Com base nisso será verificado se a integração da técnica Ganzfeld Digital (sistema de tempo real para avaliar os aspectos cognitivos da psi) com a técnica DMILS - Direct Mental Interactions with living Systems - (mensuração da resistência elétrica da pele como medida fisiológica da psi) produziria uma medida mais objetiva para psi. Também serão avaliadas outras variáveis relacionadas aos alvos, pesquisadores, ambiente experimental, emissores e receptores. Todo o experimento será controlado por computadores, desde a aleatorização e a apresentação dos alvos até o registro dos dados experimentais. O desenho básico inclui o emissor, o qual assistirá a um vídeo e tentará transmiti-lo para o receptor, o qual estará noutra sala a 60 m. de distância. O pesquisador e os sujeitos ouvirão um relaxamento de 20 minutos. O receptor terá seus olhos recobertos com meias bolas de pingue-pongue, sobre as quais incidirão duas luzes vermelhas, ele ouvirá um chiado branco durante a sessão experimental (vide foto).

Ao final do período de emissão/recepção (23 m.) o receptor assistirá a quatro vídeos tentando identificar qual deles lhe fora transmitido. Os vídeos (alvos) digitais de 1’30’’ serão projetados para o emissor e para o receptor em duas telas de 120 polegadas por meio de dois projetores multimídia. Dois sistemas de som surround 5.1 serão também utilizados para criar um grande envolvimento com os alvos. Durante a sessão experimental as salas do pesquisador, emissor e receptor serão filmadas. Durante o período de emissão/recepção os relatos do receptor serão gravados no sistema. Já no período de avaliação dos alvos (processo de julgamento) o receptor assistirá a cada um dos alvos, ouvindo seus relatos em sincronia temporal com cada alvo. Isto facilitará ao receptor perceber os momentos durante os quais ele descreveu os alvos em tempo real. São esperadas mais sincronias entre os relatos e os alvos corretos do que entre os relatos e os alvos falsos. Em adição, o emissor e o receptor terão a resistência elétrica da pele medida durante algumas sessões, esperando-se que haja mais correlações dessa medida para as sessões de qualidade. Artigo (Inglês / Português)

Título: Aplicação de um treinamento psi-condutivo com crianças Brasileiras

Período e status: 2004- Concluída
Responsável: Fábio Eduardo da Silva e Hideyuki Kokubo [foto ao lado] (Japão)
Pesquisadores: Fábio Eduardo da Silva, Sibele Aparecida Pilato e Hideyuki Kokubo (Japão)

Publicações:

JOURNAL OF INTERNATIONAL SOCIETY OF LIFE INFORMATION SCIENCE - ISLIS - Vol 23, n 1, 2005 - Application of Psi Inductive Training for Brazilian Children Children (Hideyuki Kokubo, Fábio E. Silva, Sibele Pilato, Reginaldo Hiraoka e Mikio Yamamoto)

THE 37TH ANNUAL CONVENTION OF JAPANESE SOCIETY FOR PARAPSYCHOLOGY - Tokyo, Japão - 2004 - Psi Inducive Training for Brazilian Children (Hideyuki Kokubo, Mikio Yamamoto, Fábio E. Silva, Reginaldo Hiraoka e Sibele Pilato)

JAPANESE JOURNAL OF PARAPSYCHOLOGY - Vol 9, n.1-2, 2004 - Psi Inducive Training for Brazilian Children (Hideyuki Kokubo, Fábio E. Silva, Sibele Pilato, Reginaldo Hiraoka e Mikio Yamamoto)

III ENCONTRO PSI: Implicações e aplicações da psi - FIES, Curitiba - 2006 - Application of Psi Inductive Training for Brazilian Children (Hideyuki Kokubo, Mikio Yamamoto, Fábio E. Silva, Reginaldo Hiraoka e Sibele Pilato)

Resumo:

Os autores aplicaram uma técnica chinesa de treinamento psi-condutivo em 11 crianças brasileiras [estudantes da Escola André Luis - fotografia ao lado]. Esta técnica foi desenvolvida na China nos anos oitenta. Este treinamento prepara sujeitos para um teste de livre resposta com alvos que são cartas ou, como no caso desse estudo, figuras escritas em um papel fino e macio que é dobrado e colocado dentro da orelha dos participantes, os quais tentam adivinha-lo desenhando numa folha. Investigadores chineses em Yunnan, Shanghai e Beijing relataram que eles tiveram sucesso treinando sujeitos com esse método. No estudo presente, os autores tentaram treinar crianças brasileiras usando o método dos pesquisadores da Universidade de Yunnan. Acionando Geradores de Eventos Aleatórios nas proximidades, os autores também monitoraram possíveis anomalias nesses equipamentos durante os treinamentos. Os resultados do treinamento final não foram disponíveis porque o treinamento ocorreu somente duas vezes e o número de sujeitos foi pequeno. Porém, foi considerado que este método pudesse ser aplicado a sujeitos que não conhecem cartas [Japonesas] Kanji.

Título: Cura à distância com pacientes autistas: um estudo exploratório considerando variáveis físicas e psicológicas


Período e status: 2005-2006 - Concluído
Patrocínio: Inst. privadas
Responsável: Prof. Dr. José Rimundo Facion, prof. Fábio Eduardo da Silva e profa. Nadir Martins Ganz (Brasil- fotografia abaixo e a direita)
Pesquisadores: Magda Jaqueline da Silva, (Brasil - fotografia abaixo e a esquerda]) Sergio Schilling [fotografia acima e a esquerda], Waldo Mora (Chile), e Hideyuki Kokubo (Japão) e Luis S. Espinoza Paul (Peru - fotografia acima e a direita)

 

 

 

 

 

Publicações:

III ENCONTRO PSI: Implicações e aplicações da psi - FIES, Curitiba - 2006 - Intenção de Cura à Distância sobre pacientes autistas: um estudo exploratório, considerando variáveis psicológicas e físicas ( José Raimundo Facion; Júlia Hein,
Nadir Martins Ganz; Fabio Eduardo da Silva; Magda Jaqueline da Silva, Sergio Schilling; Waldo Mora, Luis S. Espinoza Paul, Hideyuki Kokubo)

IV Encontro Psi: Parapsicologia & Psicologia - FIES, Curitiba, 2008 - Distant healing intention to autistic patients: an exploratory study (Fabio E. da Silva, Hideyuki Kokubo, José R. Facion, Júlia Hein, Lizmari Pontoni, Luis S. Espinoza Paul, Sergio Schilling, Waldo Mora, Nadir M. Ganz e Magda J. da Silva)

Resumo: Objetivo: Utilizando o CARS (Childhood Autism Rating Scale), nós testamos os possíveis efeitos da intenção de Cura à Distante (CD) com pacientes autistas internados em um hospital no sul de Brasil. Participantes: Foram 10 pacientes autistas graves (7 homens, 3 mulheres, idade média de 18.5) que não tinham outra doença. Eles foram alocados ao acaso em dois grupos: Teste (3 homens, 2 mulheres, idade média de 20.2) e Controle (4 homens, 1 mulheres, idade média de 16.8). Os “curandeiros psíquicos” foram em numero de 10 e moravam no Brasil, Chile, Peru e Japão. A distância entre os pacientes e curandeiros foi de aproximadamente 130 km a 1.87x104 km (Japão para Joinville). Métodos: Sessões de CD foram conduzidas em 2005, de 16 de novembro a 10 de dezembro (25 dias). Através de fotografias dos pacientes (do grupo teste), cada curandeiro fez uma sessão por dia de CD voltada a um paciente. Assim, cada paciente do grupo teste recebeu a intenção curativa distante de 2 curandeiros todos os dias. Durante a pesquisa, todos os pacientes foram também cuidados com procedimentos clínicos habituais. Avaliações: As condições clínicas foram avaliadas por um psicólogo através o CARS, aplicado antes do início da pesquisa e 3 meses depois da mesma. Além disso, os pais e professores dos pacientes também avaliaram os avaliaram usando instrumentos exploratórios. Resultados: No total dos pacientes, as avaliações do CARS, pais e professores diminuíram depois da intervenção de CD. No entanto as diferenças não foram significantes (t-teste pareado, unilateral, n=10. CARS: p=0.056, Pais: p=0.128, Professores: p=0.128). Comparando o grupo Teste com o grupo Controle, as avaliações do CARS, pais e professores do grupo de teste foram menores que o grupo de controle embora estas diferenças não foram significantes (t-teste da diferença CARS: p=0.143, Pais,: p=0.348, Professores: p=0.261). Comparando dados prévios e posteriores (a intervenção) nos dados dos grupos teste e controle: as avaliações CARS do grupo teste diminuíram significativamente das avaliações anteriores para as posteirores, o que não foi observado nas avaliações dos Pais e Professor (CARS: p=0.004, Pais: p=0.237, Professores: p=0.173). As avaliações dos pais para o grupo de controle decresceram depois da intervenção ao nível de significância de 5%. As avaliações do CARS e dos professores não mostram este efeito. Os escores do CARS, Pais e Professores não correlacionaram entre si. (CARS-Pais r=0.240; CARS-Professores r=0.021; Pais-professores r=0.059) Discussão e conclusões: Nós concluímos que ambos os tratamentos, cuidado clínico habitual e CD não puderam recuperar a saúde dos pacientes. Comparando-se as avaliações do grupo Teste e Controle, antes e depois da intervenção, foi observado que os escores do CARS para o grupo teste diminuíram significativamente de antes para depois da intervenção de CD, o que não foi observado no grupo de controle. Porém ocorreram várias mudanças de medicamentos durante a pesquisa, assim este efeito pode ter sido um produto produzido por estas mudanças.
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Título: Telepatia por telefone: um estudo exploratório

Período e status: 2006 - Concluído
Responsável: Fábio Eduardo da Silva
Pesquisadores: Ivone Pereira, Mariza A. Kieszkowski, Jocemara Zanatto, Nivaldo Voigt, Fábio Eduardo da Silva

Publicação:

IV Encontro Psi: Parapsicologia & Psicologia - FIES, Curitiba, 2008 - Telepatia por telefone: um estudo exploratório (Ivone Pereira, Mariza A. Kieszkowski, Jocemara Zanatto, Nivaldo Voigt, Fábio Eduardo da Silva)

Resumo:

Introdução: Parte do estágio em Pesquisa Experimental do Curso de Parapsicologia das Faculdades Integradas Espírita, este estudo foi conduzido no primeiro semestre de 2006. A intenção de falar com alguém através de telefone poderia criar condições favoráveis para a telepatia? Isto que pode ser sugerido por pessoas que relatam sentir ou saber quem as está ligando. Porém, seriam esses relatos apenas coincidências, ou fruto da memória seletiva, indícios sensoriais?
Objetivo ou proposta: Buscando auxiliar na resposta as questões levantadas, este estudo buscou verificar, sob condições de controle, se pessoas poderiam adivinhar, acima do acaso, quem estava ligando para elas [hipótese].
Participantes: Sem seleção previa, foram convidados amigos, familiares e conhecidos dos pesquisadores, totalizando 12 participantes, entre 5 á 65 anos (media-35), sendo 25% homens, 75% mulheres.
Métodos: Em grupos de 5, um participante agiu como receptor e os demais como emissores. A cada 10 ensaios, trocava-se o receptor, que passava a agir como emissor. Acompanhado de um pesquisador o receptor recebia ligações numa sala a 63m. de distância dos emissores. Antes de atender o telefone, tentava adivinhar quais emissores estavam ligando. Uma tabela de números aleatórios definiu a seqüência das ligações, realizadas por 2 telefones celulares. Realizaram-se 120 ensaios em 3 dias, por 3 grupos de 5 participantes.
Avaliações: Os resultados foram calculados pela fórmula Z (Direct Hit z Score), binomial exata com p=0.25 e q=0.75.
Resultados: Abaixo da média por acaso, obteve-se 21,67% de acertos, (Z=-0,73, p=0,77). Uma das participantes obteve 40% de acertos (z=1,86, p=0,021) alcançando significância sozinha. Os demais participantes obtiveram 15,6% de acertos (z=-1,94, p=0,021), inversamente significativo. A diferença é altamente significativa (RC=2,92, p=0,001).
Discussão e conclusões: A hipótese foi refutada e análises complementares indicaram um possível efeito anômalo entre os resultados de uma participante em relação ao demais. O estudo também alcançou sua função didática.
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